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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Se eu fosse um peixinho e soubesse nadar...

Jonitas comprou um peixe na loja de decoração, aqueles palitos de mexer sucos tropicais, feito de madeira leve, pequeno e preso na vareta de bambu. O escolhido dele foi um verdinho e para o irmão escolheu o branco, ambos com listras coloridas. Chegou em casa feliz da vida com a novidade e entregou o presente. Em menos de 5 segundos o palito do peixe verde estava quebrado e o menino chorou, chorou, chorou...
     
A mãe, em meio a confusão, deu um jeito de colar de volta o peixe na vareta. Passou exatos dois segundos e o pacotinho voltou com o peixe quebrado novamente. Ele ameaçou de pegar o peixe branco do irmão, mas desistiu porque já tinha se afeiçoado ao verde. A mãe colou-o por mais 2 vezes, na terceira o menino surpreendentemente feliz devolveu o palito sem peixe e explicou:


- Mamãe! Ele vai ficar sem palito! Assim ele vai poder mergulhar com os outros peixes, nadar e voltar para espirrar água na nossa cara! – explicou sorrindo com aquele tom de voz doce como um bonequinho de ventríloquo e alegre saiu saltitante levando seu peixinho verde a nadar!

xx


Um peixe verdinho
Nadando pelo mar bravio
aos olhos do menino
o peixe é muito valente
encanta e cospe na cara da gente!

sábado, 12 de janeiro de 2013

Logo de manhã, despertar

         Acordar na casa dos pacotinhos é sempre igual e diferente a cada nova manhã. Mais novo acorda antes, esperto procura atividade. Descobriu que não adianta sair do quarto sozinho, tem de levar a mãe junto. Ele toma leite e vai tentando animar a mãe ainda sonolenta.

     O segundo chega uma meia hora depois no sofá, carinhoso e feito um bichinho, com os olhos fechados vai se aconchegando. Meia hora e um leite depois ele já troca afagos de pés com irmão. Também começa a implicar com tamanha gentileza e atenção do pequeno.  Os diálogos são curtos provocados pelo Jonitas:

     - Vou sair de perto! 
     - Você está com bafinho!

     Mesmo assim vão ficando juntinhos no meio das almofadas. 

     - Eu vou usar a farinha de pumzão!
     - Não é assim! Tá errado! - única frase dispensada a insistência do Jonitas.
     - Farinha de pumzão! - o outro responde com convicção!

Amor matinal

     O pacotinho não tem um humor tão afiado quanto o irmão, está crescendo, e ficando muito sério,  o que também causa reações divertidas. A mãe não resiste e o agarra para uma enxurrada de cócegas* na tentativa de chamar a atenção para as fofices do irmão. Em vão. A diversão dura o tempo das cócegas e logo ele volta para o seu cantinho no sofá e o silêncio volta a reinar. 


* descobriu as cócegas durante as férias  de 2012 na casa da Dinda Renata.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Graça esquisita


Graça inventada:
- Um dois, feijão com arroz. Três, quatro, PUM no prato.
Hahaha. Nheca! Essa todos dizem que não tem graça.
xx

domingo, 26 de agosto de 2012

Essa é boa!


Segundo ato:
Duas cobras conversavam quando uma disse:
- Será que sou venenosa?
- Não sei – a outra respondeu - mas porque a pergunta?
- Porque acabei de morder a língua.
Hahaha! Essa foi do personagem Zico, do Peixonauta.

Pacotinho e a cobra do teatro de bonecos em Joaquim Egidio (SP)
Xx

sábado, 25 de agosto de 2012

A primeira piada


Primeira graça: a charada do pacotinho
- Qual é o cachorro que não tem rabo?
Hahaha! Essa veio do Backyardgans!
Este blog aceita os comentários.
Xx

Foto arquivo,  junho de 2011, bananas de pijamas

segunda-feira, 19 de março de 2012

Muy amigo

Pacotinho entrou no carro da carona da escola falando para sua querida amiga Catarina:
- Ziquinha! Ziquinha!
Todo mundo estranhou o tratamento e pergutaram o que significava aquilo:
- Ela é amiga do Zico, o macaco do Peixonauta!
Ah! tá! Um novo adjetivo de presente para sua amiga.
xx