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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Papo cabeça


Jojô tem um senso de humor único! Quando a timidez se afasta ele fica divertido e consegue curtir o momento com ninguém! Passeando pelo SESC Belenzinho ele encontrou uma escultura repleta de cabeças. Não perdeu tempo e lá foi ele dar um oi para elas! Corria de encontro as cabeças, escolhia uma, olhava bem de perto no olho e gritava:
– Ooooi!
            Fez isso repetidas vezes, incansável em uma conversa alucinada com aquele seres extremamente interessantes por nascerem de um só corpo, o tronco de uma árvore. 

xx
Jonitas e Pacotinho sheik árabe disfaçado ao fundo, entre cabeças

Joinitas e as cabeças da Ilha Ferro no Rio São Francisco, Alagoas

Foi tanta conversa que merece mais uma foto

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Palavra inventada


Catando gravetos, brincando no mato os pacotinho pegaram pedaços de madeira para usar como apoio, tipo muleta, ou aquela típica vara de cutucar onça. Jonitas se apropriando dos adjetivos de caçador foi logo explicando:
- Mãe! Olha a minha despingarda! – piadinha fácil que contagiou a todos. Todos riem de uma criança tentando falar como um adulto! Insistiu mais algumas vezes cantando
– Olha! A minha despingarda! Olha! – achando graça da graça feita, já que o malandro sabe exatamente o que estava falando, intencionalmente flexionando a nova palavra, que faz par com  o seu  posto desgassolina, outra moda inventada. O graveto que não era uma espingarda de verdade e merecia uma palavra digna de sua desfunção!

xx
O caçador Jonitas e sua despingarda

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Palhaço sem graça?

O pacotinho começou a achar graça nas coisas. Começou a fazer piadinhas e a tentar arrancar risada das pessoas. Para garantir a graça da piada costuma forçar um riso no final de cada uma delas, dando a deixa para que todos entendam a graça do negócio. Ele esperava ver isso no palhaço do circo, mas no Cirque du Soleil os palhaços são diferentes, fazem graça quase sem fala, e o pacotinho ficou meio decepcionado.
Quando lhe perguntam como foi o espetáculo ele afirma "O palhaço é sem graça, né?", apesar disso ele se lembra perfeitamente do número no qual o palhaço pendura o outro pelo pé para girá-lo e trocar a lâmpada do chapéu. Também deu aquela gargalhada gostosa de quem entendeu a piada quando as bolinhas iluminadas, que pareciam vagalumes caiam do céu e se acabavam no chão.
xx

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Emoção no circo

O espetáculo impressionou o menino, mas em alguns momentos pareceu ser grande demais para ele. Muita gente, movimento por todo lado. O pacotinho ficou vidrado quando um personagem pássaro que perdeu as asas ficou fazendo manobras pendurado na rede que o içava pelo ar... e ficou sem fôlego quando o homem pássaros foi rolando pelo ar, lá do alto do céu e chegou ao chão suspenso pela rede. Uau! ele nem piscava. Depois disso entrou em estado catatônico e dormiu.
xx

domingo, 13 de novembro de 2011

No Cirque, cheiro de pipoca no ar

O pacotinho foi ao circo com papai e a mamãe. Estavam ansiosos para levá-lo porque é um marco familiar. Quando o Cirque du Soleil chegou ao Brasil a primeira vez o pacotinho tinha seis meses, ainda mamava, e foi um desafio para os pais deixá-lo em casa, contaram com a ajuda da avó e tudo deu certo.
Três anos e meio depois chegou a vez dele ir junto. Papai comprou os ingressos com a alegria de poder mostrar o mundo mágico do circo para ele. Ficou uma semana motivando o menino... "vamos lá, tem palhaço!" Ele sabe que não é fácil convencer este menino a fazer coisas novas.
Chegou o dia! Estava perfeito. Tempo bom, céu azul contrastando com a lona do circo. O pequeno foi sentido a pressão já do lado de fora vendo o tamanho da tenda. Não se abalou, sentiu um familiar cheiro de pipoca e foi logo pedindo o seu pacote, sabia exatamente que isso fazia parte do programa.

Pacotinho observa o movimento enquanto o pai compra pipoca
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sexta-feira, 23 de abril de 2010

sabadão na Dinda

Finalmente chegou o fim de semana da Dinda. É um dia especial em que o pacotinho passa o dia com a madrinha e com sua filha Beatriz. O dia feliz, do começo ao fim, tem clima de sonho e faz parte de um mundo encantado pela alegria da dupla.
Começou na sexta-feira, quando ele inqueriu a mãe na saida da escola "mãe, porque a Dinda não veio?". "Não veio porque o combinado é amanhã" responde a mãe resignada a sua função de motorista.
Sábado chegou e logo cedo foi pra Dinda. De cara o menino vai dizendo "mamãe, vou dormir lá três dias..." bom, foi quase isso em um dia só. Para começar uma pequena vistoria na casa, passando revista nos eletro-domédiscos da Dinda. Lava-louças, fogão, maquina de lavar, e "tchannan" o triturador! Brincadeiras bacanas a conformada Beatriz, que está se acostumando em dividir a mãe com tão insistente garoto. O programa era ir ao museu do imigrante, e assim foi depois do almoço com direito a suco de carambola.
No museu o menino se encantou com a Maria Fumaça, muito parecida com o desenho do Thomas, que ele adora. Noooosa! brincou tanto que queria brincar mais. De volta a casa ele continuou a sapequice, Saiu de lá carregado, meio inconformado porque aqueles tres dias em um estava chegando ao fim. Dormiu no carro, no caminho de casa e sonhou, sonhou que dormia na Dinda.