terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Abelhinha

Mãe... Posso fazer um desenho? É a casinha das abelhas sem ferrão! Elas moram lá no parquinho. A casa você abre e é tipo uma cidade, tem várias casinhas para elas! Abelha Jataí! O professor João quem explicou. Ele tem um monte de abelha na casa dele. Ele também disse que elas gostam de flores roxas, azuis, amarelas e brancas! Na floresta da escola tem as flores que elas gostam. Pronto. Desenho pronto.
xx 

Jonas, 9 anos. — em Escola Fazarte.

sábado, 19 de agosto de 2017

Fim de férias, caminho de volta.

Fim de férias um clima acelerado! Pacotinhos aproveitando ao máximo, até a última aventura. Desta vez foi em Brotas, voltando de Catanduva uns dias antes do fim. Primeira parada o parque do salto no centro da cidade com a primeira cachoeira incrível. Chegar no hotel fazenda Jacaúna e encontrar um caminho de futebol, coelhos passeando, árvores antigas e grandes, algumas galinhas d'angola e emas fechou com alegria o pacote. Comida à base revelou o apetite de leão da dupla de pacotinhos.  Programação garantida paraamanhã, que não demora a chegar.  
Ah! Importante registrar que Jonitas trocou um sorvete de sobremesa no Castelo por um bichinho, emborrachado, parecido com um porco espinho, que se acende quando é quicada e jurou amizade eterna e o batizou de Plópi. 

Rápido e seguro as 6:30 da manhã

- Jonas hora do passeio! 
Pacotinho sem demora levantou, meio toninho ainda, esfregando olho mas com a voz fininha respondeu - Mamãe já está na hora? Foi de mansinho, com carinho, acordar o papai.
Sim! Estadava na Hora da excursão  da escola.
Esse menino já com sete anos e meio é rápido, preciso e estava um pouco ansioso. Trocou o pijama pelo uniforme, ficou com a meia favorita, escovou os dentes e só faltava o tênis para ficar pronto. Ao contrário dos outros dias preferiu o leite quente. 
A partir desse momento não parou mais de andar pela casa, de um lado para o outro esperando que o pai trocasse de roupa.
-Papai, vamos comer um pão na Dara? 
De um lado para outro.
- vou levar o outro agasalho na mala.
- Não precisa Jonas está calor.
De um lado para o outro
- Mas eu quero! 
Ajeita a mala, olha o relógio, são 6:57! 
Onde está o documento? Em uma carteira na bolsa. 
- Mamãe, você vai me buscar?  Ao meio dia? 
Um abracinho e continua andando de um lado para o outro. 
- come uma fruta! 
- Não quero, não estou com fome.
Espera o pai comer e na saída da um beijinho na mãe, um abracinho.
- Vou ficar com a Larissa! 
Vai saindo, corpo acordado, esperto e doce.
- Papai, não quero pão da Dara, não estou com fome - afirma o menino que mais adora a padaria para chegar rápido a seu destino.
Xx

terça-feira, 20 de junho de 2017

Quando em Catanduva...

Alguns dias em Catanduva valem mais que as férias inteira. Dessa vez foi no feriados de 1 de Maio. A tia Denise, que é a tia avó mais nova dos pacotinhos, combinou m almoço em família para que as tias de Rio Preto conhecessem os meninos. Os preparativos começaram no sábado para o almoço de domingo. A tia Margareth (irmã da Denise) foi a responsável pelas esfihas, dizem que ela é a que faz igualzinho as da Vô Silvia, mas há controvérsias. A prima Lara e os pacotinhos foram convocados para ajudarrem e aprenderem com se faz esfiha! E lá foram eles, animados alternaram as tarefas de abrir a massa, rechear e fechar esfihas e cuidar do gatinho novo, bebê ainda, da Júlia.  "Nossa! Ficaram mais bem fechadas dos que as minhas"  elogiou a tia. Foi uma tarde inteira fechando e assando esfihas e jogando farinha pelos ares... Sério! Sr. Felipe é mestre nisso e cobre tudo com uma nuvem em grande um gesto.
Com sorte, tarde da noite conseguiram fazer umas 120 esfihas e comer algumas no processo. Sem fome, os pacotinhos trabalham mais. 

Xx
Jojô abrindo esfiha 
Pacotinho fechando a esfiha


Pequena fábrica de esfiha com a tia Margô

Menos um

Caiu!  O dente do Jonas caiu. Foi o da frente, o segundo do lado direito. Abriu um buraco no sorriso largo. Um sorriso banguela. "Foi no dia 9 de março, na hora do almoço, eu dei para a fada" lembra o menino que tem excelente  memória. 

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Amizade transgeracional

Quando saiu o resultado da eleição do conselho gestor da unidade de saúde pertinho da casa dos pacotinhos Felipe quis logo saber:
- A Isabel foi eleita?
- Sim, foi a mais votada! Responde a mãe.
O menino sorri feliz com maior cara de apaixonado, achando que o mundo confirmava sua admiração.
Jonas, atento a conversa rapidamente pergunta:
- E quem teve menos? Pergunta temeroso.
- A Nehzia!  A mãe responde 
- Ah! Queria que ela tivesse muitos! Retruca tristemente Jonas de coração partido. 
As duas são companheiras dos pacotinhos, muitas artes e atividades na praça Nova Lapa.

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Momento especial

- Mamãe, sabe onde a bisa está?
- não sei Jojô...  ( a bisa faleceu em setembro de 2016)
- Ela está na terra dos lembrados! 
- é Jojô? E o que precisa para ela estar lá?
- Precisa ser lembrada! 

xx

Na estrada

Felipe está preocupado com o tempo das viagens nas férias.,
Cansou muito chegar em Catanduva. Agora ele, com 9 anos, não tem mais a cadeirinha de criança, viaja no booster, "bem desconfortável" já faz cálculos de tempo e espaço. Fica imaginando uma estrada boa, um carro a 90km/h e a chega a São Paulo em 4h40, com margens de segurança baseando ao cálculo em 400 km e não em 380km que é a distância de Catanduva a São Paulo. 
Após uma hora de viagem ele avalia que chegaremos antes do tempo estipulado mesmo com as paradas e pedágios. "A volta sempre é melhor", afirma o pacotinho e gera um diálogo filosófico sobre expectativas de cada trecho, dia talvez fosse mais interessante por ter ainda a viagem toda a frente... A volta é só a volta. Mas o menino não muda de opinião e pede para aumentar o som que toca à sua favorita do cd do argentino Kevin Johanssen, faixa 17, Fin de Fiesta, e ouve em silêncio o pacotinho  emotivo que chorou ao partir de Catanduva e a casa do Vô. 


Mania de Jojô

Jojô sempre inventa nome para tudo. Ele fica amigo de um objeto, brinquedo, de um bichinho e até de gente mesmo e logo vai personificando. 
Ele levou seu macaquinho de pelúcia, o Roninho, para a viagem de férias. Foi junto com ele o Pop, cachorrinho dançante que a tia Denise deu para o Felipe e a ovelhinha Azeite. Esse foi o trio que foi e voltou de viagem (sim, a mãe e o pai dos pacotinhos acabam deixando brinquedos em Catanduva...).
Na piscina do Sesc Jojô e pacotinho conheceram a folhinha Boopie e seus parentes, primo, irmão, pai, mãe...
E na casa da tia Dê tinha o Bruno, namorado da Júlia, de 20 anos, que virou amigo o Jojô. Passaram duas tardes brincando juntos e não teve jeito, logo o Bruno virou Bunie, diferente do dindo Renato que é Guguie (mas esse não foi invenção dos pacotinhos).  

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brincadeira = Samuel

Jojô adora o espaço de brincar o Sesc Pompéia. Consegue ficar lá por horas infinitas de pulos, exploração, corre corre e outras artes. Fez amizade com o educador do local e não precisa mais da companhia da mãe e nem do irmão. Este parece não se divertir mais com coisas " de bebês" como ele classifica ele as brincadeiras do mais novo, 
E foi um dia desses que Jojô brincou por quase cinco horas seguidas e quando acabou simplesmente disse "estou com saudade do Samuel" o melhor amigo que agora estuda em outra escola, mas que não deixou de ser companheiro de grandes aventuras. 

Xx

Fervendo em Catanduva

Uma semana de férias em Catanduva. O calor dá o ritmo para as atividades preferencialmente aquelas com água, muita água. A nova onda dessa temporada é o banho de mangueira que substituiu a piscina redonda e os pacotinhos perderam a vergonha e a brincadeira rolou na frente de casa no gramado verdinho é bem cuidado pelo Vô Luiz. Banho no final do dia, uma ducha simples antes do almoço, um jato refrescante para começar bem o dia, valid tudo para equilibrar o calor que bateu a casa dos 41 graus centígrados.

As tardes na piscina do Sesc também ajudaram no refresco, e o sr. Jonitas está pronto para iniciar as aulas de natação. "Quero nadar com o Samuel" avisou ele, já sem medo de água e a fim de compartilhar com o melhor amigo que já nada faz tempo. Enquanto isso não acontece, o lugar favorito é agarrafo no pescoço do pai ou de cavalinho no irmão, que nos raros momentos de doçura levava o irmão para explorar a piscina.

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segunda-feira, 5 de junho de 2017

em Catanduva

Para não esquecer...  Felipe com uns dois anos e meio.

xx


Uisa, Fewipe e Ala


Tulio, uisa, Fewipe

E o pacotinho



segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Acho que eu vi um dentinho

Jonitas está começando a troca dos dentes de leite...
Vai chegando de mansinho, escondido, atrás do outro! 

Xx


Seis anos e meio de doçura.

Jojô fez questão de comemorar um aniversário especial. Aliás o menininho está em uma fase muito especial, cheio de graça e super sensível. Sorri, pula e dança o tempo todo. Ao mesmo tempo que fica tímido e bravo com qualquer elogio. Ainda não vai a nenhum cômodo da casa sozinho e pede para dormir com a mãe, as vezes dá uma de esperto e pega o lugar dela na cama grande e vira o "nanão" vivo. Acredita que o pai dele dorme com uma naninha da Idéias a Fio? Ele também está lendo, lendo muito e tudo, até em inglês está fazendo graça. Da ordem das letras ele gosta mesmo é de dar nomes a todos os bichos de pelúcia, desenhados e outros seres inanimados.
Esse pacotinho cheio de vida está percebendo a passagem do tempo. As vezes ansioso espete pedidos umas cinco vezes até ser atendido. Ele mal agüenta esperar o aniversário chegar em janeiro. E agora, em julho, fez questão de comemorar seus seis anos e meio! Tem alguns significados! Primeiro que é a idade que ele pode freqüentar o grupo escoteiro com o irmão - mas ele diz que não quer! Segundo que o aniversário do irmão que fará 9 anos em agosto - talvez queira mostrar para o seu ídolo que ele não ficará para traz. 
Enfim... Se preparou todo para este dia tão especial, 16 de julho que acabou sendo comemorado no dia seguinte. Ficou dando a dica que queria um bolo formigueiro que acabou ele mesmo fazendo, desconfio que é por causa do chocolate que derrete todo dentro do bolo.  Procurou em meio as velas antigas uma que combinasse com a data e não aceitou uma idade mais avançada. Jantou pizza e ficou esperando que todos acabassem, negociava a honra do primeiro pedaço. O irmao está disparado na frente, mas arrumou confusão antes da hora... Quem saiu ganhando mesmo foi o papito.  Feliz o pacotinho, ansioso que é, já começou a pensar na próxima aventura: uns dias na casa da vovó e levará na mala um "leião" do maravilhoso bolo formigueiro.

xx

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Primeiro dia de férias: o encontro!

Chegaram as férias de inverno. No primeiro dia de julho,uma sexta-feira, a idéia já era estar com amigos o dia todo, mas os meninos acordaram tarde e foram ficando em casa. Gab (Gabriel) chegou para jogar bola e almoçar. A tarde Jonas foi na casa do amigo Gael e Felipe na casa do Gab (Gabriel). A noite rolou o encontro mais emblemático dos últimos anos para a turminha Bougainville. Rever a tia Vivi foi algo que explicava o porque "estamos todos aqui". Da primeira geração Matheus, 9, dada segunda geração Felipe, Datniel, Gabriel, Stella, Murilo, 8, da terceira geração Jonas, Sofia, Samuel, Gael, 6, da quarta geração o pequeno Allan, 4. A reboque ainda está a pequena Alice e todos as mães! Uau! Poderíamos ter fechado a padaria só para o grupo. Ficou no ar o clima de alegria e a estupefação de termos deixado passar tanto tempo desde o último encontro há dois anos atrás. Vivi era a diretora da escola, uma pessoa completamente imbuída da doutrina de Maria Montessori. A sua confiança no método e na madeira que o aplicava na escola transparência em suas atitudes, muitas se concessão alguma ao que achava correto, chegando até ser contrário as exigências de mercado. Assim ela ensinou a mãe dos pacotinhos que férias eram férias em família e não na escola. Que horário de escola não era extensivo para dar conta da rotina louca das cidades. A criança precisa de casa e atenção equilibrando o sistema de aprendizado. A responsabilidade compartilhada e não delegada, talvez por isso os pais das turminha sejam tão comprometidos em manter os laços. A turma da Bougainville é uma família construída na alegria e da descoberta do dia a dia. Foi ótimo encontrar a tia Vivi, que agora não assusta, mas faz lembrar dos bons tempos de exploração e desenvolvimento em um jardim mágico.

Xx



domingo, 15 de maio de 2016

Facebook no banheiro

Faz um tempo pacotinho começou a percebermque é legal ficar no banheiro.,um lugar silencioso e que quanto mais você se demora, mais sossego os outros te dão (se não estiver tomando banho, claro). E lá ele fica um tempo e quando o pai foi ver saiu anunciando pela casa
- sai do Facebook! 
Todos correram para ver, afinal ele nem tem conta na internet ainda... Facebook literário aproveitando o clima de sossego que só os banheiros tem. 

xx

terça-feira, 3 de maio de 2016

Largarta...

Jojô adora quando a mãe vai arrumar a cama. Corre e se joga por baixo do lençol, gosta de receber cócegas as cegas, ser apertado... Sempre faz de conta que é travesseiro só para deitarem em cima dele. Nesse dia foi diferente! Ele estava a fim de ser lagarta. Se embolou no casulo e ali ficou curtindo o apertando antes de nascer borboleta.
Ah... Foi curtindo, como uma herança genetica, como se ele soubesse que essa era a brincadeira favorita da mãe dele...
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Rolêzinho da Dinda!

Pacotinhos sobraram em uma manhã de domingo para a Dinda Renata, e lá foram eles para o Instituto Butantã. Semp uma nova aventura.mjojo empolgadissimomcom microscópios trouxe desenhos dos microorganismos que conheceu por lá...


Desenhando com Jojô


Família 

Amigo Samuel



Casa e cores 





O personagem inventado



Jojô sem dente 29/04/2016


Jojô perdeu seu terceiro dente em uma bolada. Foi brincando no prédio vizinho com os amigos queridos, ele adora aquela turminha (Luiza, Katlyn, Felipe, Rafael, Nicolas, Carina). Estavam brincando no fim do dia, ainda com o uniforme da escola. Rolou a bolada, dentre sangrou, Jonas enrolou na meia do irmão, todos deram um socorro, Jojô continuou jogando... Feliz dia que os amigos particionaram desse evento, lá vem o terceiro dente definitivo! Viva! 

xx